Crianças e jovens com um desenvolvimento psicológico mais saudável só traz vantagens!

Perguntas Frequentes

1) Essa agora… apoiar os pais? Não seria melhor haver escolas melhor preparadas?

2) Hoje, as crianças/jovens são assim tão diferentes?

3) Muitos pais educam os filhos como eles próprios foram educados. Nos dias de hoje, como é que se explica que certos pais que foram educados com autoridade, e que os mais velhos certamente se recordam, acabam por educar os filhos, sem lhes impor a mesma rigidez de princípios de que foram alvo?

4) O que posso fazer quando não há paciência nem disposição, até mesmo, em certos casos, falta de sensibilidade?

5) Ao longo da humanidade as crianças sempre cresceram e nunca se exigiu tanto aos pais. Porquê esta necessidade agora, na nossa época? Não será um luxo?

6) Não haverá outra alternativa aos gritos, às ameaças e às humilhações?

7) Será possível apoiar pais com perturbações de personalidade ou outras patologias?

8) Será que a família é algo tão sagrado, tão estanque, que tudo o que diz respeito à educação dos filhos cabe só a ela decidir?

9) Por que é que muitos adultos, mesmo sem perturbação psíquica, têm baixa autoestima?

10) Há muitos especialistas de crianças que afirmam que grande parte da construção da personalidade se define antes dos 6 anos. Faz então algum sentido tentar fazer algo depois desta idade? Não será já tarde demais?

11) Não se receia com tanto saber, com tanto conhecimento sobre a criança/jovem, que se venha a desestabilizar ainda mais os pais ou que o lado mais espontâneo e natural da educação se perca?

12) Mas em psicologia não se diz que todo aquele que foi vítima de violência na infância tem a tendência para repetir, na idade adulta, os mesmos comportamentos com os outros? Porque que é uns repetem e outros não?

Em continuação ao apoio que actualmente se pode prestar aos pais em geral vejamos algumas situações retiradas da prática:

– Não sei como falar com a minha filha com 14 anos, como reconstruir a nossa relação? Cada vez que tento abordá-la, ela torna-se insolente e agressiva. Age com se nunca a tivesse educado depois de ter tido tanto cuidado nisso. Não a percebo!

– O meu filho com 16 anos foi convidado para uma festa em casa de uns amigos. Receio que haja bebidas alcoólicas e outras substâncias. Ele também me disse que não há nada, mas já me apercebi que ele gosta de beber. O que deve fazer?

– Tinha uma boa relação com a minha filha com 13 anos, mas recentemente, ela não aceita nada do que lhe digo, rejeita-me. Ela está mais voltada para o pai de quem me separei há vários anos e de quem ela antes não gostava. Não sei o que fazer!

– O meu filho com 14 anos decidiu ir viver com o pai porque queixava-se que eu era demasiado restritiva. Agora ele tenta sempre evitar-me. Como restabelecer a relação com ele?

– A minha filha com 16 anos quer ir ter com o namorado a Lisboa. Ela insiste comigo para a deixar ir e chama-me antiquada. O que me aconselha?

– Sou mãe de uma jovem com 15 anos que só faz o que lhe apetece. Não sei como a sensibilizar perante o perigo do álcool, doutros possíveis consumos e dos comportamentos sexuais quando ela me responde que é a sua vida, a sua intimidade e que isso apenas diz respeito a ela.

– Tenho uma filha com 14 anos que recusa aceitar o facto de eu não a deixar sair à noite. Como é que lhe devo impor as regras?

– O meu filho com 17 anos está apaixonado em plena fase de exames. Como devo reagir?

– O meu adolescente com 15 anos não aceita a minha autoridade. Saí à noite quando lhe apetece, não faz nada em casa nem na escola. Sinto-me desrespeitado, desorientado e não sei como reagir a isto?

– A minha filha com 14 anos não aceita a meu novo parceiro depois de me ter separado do pai dela.

– O meu filho com 16 anos está cada vez mais arrogante, trata-me de estúpido, não arruma nada, mas fora de casa e com os amigos é um rapaz adorável. Estou repetidamente a dizer-lhe que não aceito estes comportamentos. Mas ele não muda. Já não sei qual atitude a adoptar!

– O meu filho com 17 anos assim que chega a casa vai para o seu quarto e apenas deixa escapar umas palavras. Porquê este silêncio? Quando e como romper com esta atitude? Quando é que isso se torna preocupante?

– Sou mãe de uma rapariga com 11 anos que anda constantemente a controlar a sua aparência. Ela come muito pouco por recear ganhar engordar. Mas eu não a acho nada gorda, pelo contrário! Serão estas atitudes da minha filha normais ou devo preocupar-me?

– Tenho um filho que vai fazer 13 anos. Será conveniente abordar o tema do álcool com ele e qual será a melhor forma de o fazer ou devo esperar que ele atravesse alguma experiência primeiro? O que me aconselha?

– Numa festa, a minha filha com 16 anos assistiu ao estado de coma etílico de uma amiga e ficou muito chocada. Como abordar uma situação dessas com ela?

– Se numa festa familiar o meu filho com 12 anos me pedir uma bebida alcoólica o que me aconselha fazer e a dizer-lhe?

– O meu filho com 14 anos tem muita dificuldade em adormecer. Ele fica com tiques nervosos quando anda cansado ou quando se enerva. Como posso calmá-lo?

– Sou mãe de uma filha de 16 anos que já há 3 anos se agride voluntariamente. Cortes nos braços com uma lâmina, espeta a caneta na sua pele ou arranha-se até sangrar. Ela está cheia de lacerações nos membros. Recusa falar sobre isso e não quer ajuda de ninguém. Não sei o que fazer!

– Sou uma mãe separada com dois rapazes um com 17 e o outro com 15 anos. O mais velho é muito inteligente mas é um revoltado, recusa a minha autoridade. Apesar da violência ser apenas verbal às vezes tenho a sensação de não suportar mais isso. Haverá também alguém que se preocupe com os pais nestas situações de sofrimento? Como agir?

Infelizmente, continua a pensar-se que os pais devem nascer com o instinto materno/paternal. Todavia a prática ensina-nos que muitos pais não o têm. Outros ainda agem com o filho de forma desadequada. Em muitos casos, quando um pai não sente este instinto sente-se “desamparado”, interioriza a ideia que não é suficientemente sensível ou age com o filho consoante o humor do dia. E, sofrem em silêncio porque não correspondem ao que era suposto ser!

Noutros casos, depara-se com a ideia de que o filho tem que estar sempre feliz, que nada lhe deve faltar. Pais que tudo fazem para que o filho não viva o constrangimento, as disciplinas rígidas, de que ele próprios foi vítima em criança. Quer proteger o filho de tudo, incluindo da realidade do dia-a-dia que não é nada fácil. A intenção é louvável, porém com estas perspectivas, apresentam-se as condições para complicar o desenvolvimento saudável de quem tanto se gosta. Porquê continuar a manter estas atitudes que nada ajudam?

No século XXI, existem profissionais que sabem apoiar os pais a ultrapassarem estas situações e tantas outras desagradáveis em poucas consultas. Às vezes apenas uma única consulta é suficiente. Porquê perpetuar mal-estares inúteis? E que alívio para os pais que fortalecem as suas competências parentais para compreenderem e para agirem mais eficazmente com situações com as quais se deparam.

Aconselho também a ler, no mesmo site, os artigos: O Adolescente e o Ambiente Nocturno ; “O Álcool e o Adolescente Drogas na Adolescência...

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